Quais são os fundos de investimento?

Entende-se que, fundos são recursos captados em comunhão entre pessoas físicas e jurídicas que entre si possuem o mesmo objetivo em relação a crescimento de capital vinculado aos juros oferecidos pelo mercado para essa obtenção de ganhos financeiros. Ou seja, todos os recursos obtidos são transformados em títulos de investimentos(bens) na devida proporção.

Todo fundo é organizado na forma de um condomínio e seu patrimônio dividido em cotas, cujo valor é calculado diariamente dividindo o patrimônio líquido para as cotas em circulação ativas. Ex de cálculo de cotas :

Suponha que invisto R$4.000,00 reais em cotas de um fundo de investimento que se encontra com um patrimônio líquido de R$500.000 reais junto ao valor estabelecido e atualizado naquela data para 50.000 cotas em circulação. Então :

R$500.000/ 50.000 = R$10(valor de cada cota);
R$4.000,00/R$10 = 400 cotas adquiridas .

Nesse caso o valor que tinha para tal aplicação proporcionou a aquisição de 400 cotas daquele fundo de investimento a R$10,00 reais cada em relação ao patrimônio líquido que se encontra atualizado para aquela data. Supondo que o mesmo fundo passe por uma atualização e adquira um aumento de 20% no patrimônio líquido e 9% no nº de cotas no momento do resgate terei como rentabilidade o seguinte:

600.000/54.500 = R$11,00
400 cotas x R$11,00 = R$4.400,00 (total disponível para resgate)

Dessa forma o valor a resgatar é de R$4.400,00 reais. Se quisermos calcular a rentabilidade no período, basta dividir o valor da cota no resgate pelo valor da cota no ínicio do investimento na data de aplicação, ou seja : 11/10 = 1,1 ou 10% de lucro no período.

O mercado disponibiliza para os fundos de investimento a forma aberta e fechada de administração. Na forma aberta é permitida a entrada de vários cotistas ou aumento da participação dos antigos por meio do resgate de cotas, isto é, mediante a venda de ativos do fundo para a entrega do valor correspondente ao cotista que efetuou o resgate, total ou parcial de suas cotas.

Já nos fundos fechados, a entrada e a saída de cotistas não é permitida. Após a captação de recursos pelo fundo, já não se pode admitir a entrada nem de capital e nem de novos cotistas, como também será proibido o resgate de de cotas pro decisão do cotista, que tem que vender suas cotas a terceiros antes do encerramento do fundo em seu tempo de permanência estabelecido no ato da contratação junto a empresa administradora.

Os fundos fechados podem ser registrados para negociação no mercado administrado pela Bovespa como exemplo: os fundos FII(Fundos de Investimento Imobiliário) ou FIDC(Fundos de Investimento em Direitos Creditórios). Assim cotistas que desejam o resgate de seu patrimônio deverá enviar ordens de compra e venda a uma corretora do sistema Bovespa de negociação.

Geralmente um fundo de investimento fechado possui um prazo de tempo determinado cuja data se evidencia em uma venda de todos os ativos acumulados ao cotistas ativos. Já os fundos de investimento abertos possuem um tempo indeterminado. A escolha do tipo correto de um investimento deve ser por meio da análise do risco x ganho apresentado. O risco deve ser entendido como as chances de se não conseguir o retorno esperado desse investimento causando transtorno financeiro. Dentre os vários fundos podemos destacar :

Fundos de renda fixa, fundos de ações, fundos cambiais , fundos de dívida externa,  fundos multimercados.

Fundos de renda fixa: São conhecidos como os fundos em que existe baixa incidência de risco e permite uma aplicação alta para seus recursos disponíveis. Tem como principal fator de risco a variação de taxa de juros ou índice de preços.

Fundo de ações: São os fundos de renda variável disponibilizado pela Bolsa de Valores na negociação de ativos mobiliários por meio de ações de empresas. Possuem uma exposição maior ao risco, mas permitem um ganho superior ao mesmo tempo.

Fundos cambiais: Os tipos de investimento relacionados direta ou indiretamente com derivativos com variação de preços da moeda estrangeira com exposição a uma taxa de juros conhecida como cupom cambial.

Fundos de dívida externa: São os títulos brasileiros negociados internacionalmente que podem utilizar derivativos ou não dentro do país. Os títulos componentes de sua carteira são mantidos fora do país. Para o investidor no Brasil, este fundo é uma forma ágil e de baixo custo operacional para aplicar em papéis do governo brasileiro negociados no exterior.

Fundos Multimercado:São formas de investimento proporcionais as variadas formas e riscos inerentes nas aplicações:  renda fixa, câmbio e ações para alavancagem dos rendimentos. Não existe concentração específica a um tipo e sim as variadas formas mantidas e concordadas de serem adeptas na carteira pelo cliente junto a sua corretora.

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Como diminuir riscos na bolsa?

O investidor analista busca em sua entrada na bolsa o retorno financeiro para conquistar um melhor padrão de vida e isso é um dos objetivos para que sejamos atentos aos rendimentos de cada empresa que estará disponível no índice Bovespa, pois dependeremos desses resultados para que nossos resultados sejam bons na medida em que usemos métodos específicos de operação.

Podemos entrar na bolsa de valores em uma operação de venda coberta investindo R$20.000,00 reais em determinada empresa e sair com prejuízo de R$400,00 reais, pois naquele momento entramos em um período de baixa onde a força vendedora era maior reduzindo o nosso poder de compra com desvalorização imediata de nossas opções lançadas que vão ser compradas por um preço mais baixo do que aquele que nós compramos.

Essa baixa prejudicou instantaneamente nossa aplicação inicial pelo resultado que estava mostrando e a falta de análise não pode ser compensada havendo perda de valores. Nesses casos existe o gráfico diário, semanal e de 60 minutos que podem ser observados por meio da analise técnica que permitem que nosso objetivo seja controlado quando da entrada nessa empresa é realizada.

Diminuímos riscos quando passamos a conhecer então a empresa e sua atuação por determinado período. Não se pode investir por investir. O objetivo é o retorno nesse espaço de tempo que será primeiro observado por meio do que a empresa tenha como liquidez, desempenho de volume negociado no mercado, preço e tendência atual e futura em relação a suas atividades.

Os métodos são formas que utilizaremos a nosso favor para melhorar nossas operações acima do comportamento do mercado protegendo nosso patrimônio. Podemos utilizar também os recursos apresentados pelos padrões de reversão gráfica como martelo, martelo invertido, estrela cadente, enforcado, Doji, Harami, Piercing Line , Dark Cloud, bebê abandonado. Veremos em futuros posts os detalhes de cada um.

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Cartão de crédito Mitos e Verdades

Sabemos hoje que, o cartão de crédito oferece uma variedade de benefícios a seus clientes principalmente para quem é consumidor e tem o costume de gastar muito. O que muitas pessoas não sabem ainda, é que nesse chamado “dinheiro de plástico”, mora um perigo que se não for bem administrado pode acabar por corroer todo o orçamento familiar, o chamado “crédito rotativo”. As grandes facilidades de uso do cartão de crédito são variadas e atrai mais e mais clientes sem sombra de dúvidas pela comodidade de pagar em única data no final do mês, comprar sem ter o dinheiro em mãos, segurança, parcelamento em mais de 12x entre outros.

O perigo se torna maior ainda devido a grande popularização na preferência pelo pagamento com cartões de crédito, e seu uso contínuo sem a administração correta do orçamento. Nos últimos dez anos o nº de cartões em circulação aumentou de 100 milhões para 600 milhões. Com isso as instituições bancárias tiveram um aumento em seu faturamento de R$65 bilhões em 2000 para R$ 500 bilhões em 2010. Evento esse que prova ainda mais a preferência do brasileiro pelas compras à prazo no cartão com a comodidade do fornecimento de pagamento parcelado oferecido por essas empresas.

Com tantos benefícios sendo oferecidos é comum famílias aderirem ainda mais a esses planos de crédito. Nesses casos, deve-se ter em mente que o cartão de crédito é um auxiliar de gastos e que seu bom uso requer controle no orçamento para evitar surpresas no fim do mês. As armadilhas da tentação vão além de comprar o que não dá para pagar agora até o limite do cheque especial. Esses são erros enormes e que levam a uma “bola de neve” no crédito orçamentário levando a pessoa se deparar com um valor que não pode pagar em sua fatura optando pelo mínimo aceitável.

O pagamento mínimo representa um total de 8% a 10 % do valor total na fatura e o restante da dívida é negociado em torno de (15% à 20%) ao mês e até 230% ao ano. Pense bem. A dívida só aumenta e os juros incidentes movimentam esse valor ainda mais causando o transtorno no orçamento caindo no crédito rotativo.

Portanto, cabe a nós mesmos compreender o funcionamento do cartão utilizando-o sob controle constante para assim também não virarmos alvo das grandes financeiras.

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Quais os riscos da venda descoberta de opções?

Toda operação na bolsa de valores tem um risco, as vezes o risco já é conhecido e fixado, outras vezes o risco é desconhecido e flutuante. Em outras palavras, algumas operações nós já sabemos quanto vamos perder caso ela não dê certo, e por mais que caia ou suba, sabemos que só vamos perder o valor X, nesse caso o risco é conhecido e fixado. Um risco desconhecido e flutuante é quando não sabemos quanto podemos perder de fato em determinada operação, e cada vez que ela vai contra nossa estratégia, nosso prejuízo é de X.

Operações onde o risco é conhecido e fixado, podem ser trava de alta, trava de baixa, borboleta, entre outras. Na borboleta, sabemos que o risco máximo é o valor que você usou para montar ela, e se por um acaso, a operação der errado e a ação cair muito, você não perde nada a mais. Operações onde o risco é desconhecido e flutuante, geralmente ocorrem em daytrade, swing trade, pois o investidor, compra uma ação e mesmo com análise gráfica e o uso de stops, ele não sabe quanto de fato irá perder caso a operação venha contra sua estratégia, pois podem ocorrer gaps e estes pularem o nosso stop. Então quanto mais a ação cair, maior será o prejuízo.

E em qual destes riscos, a venda descoberta se encaixa? A principio, a venda descoberta de opções se encaixa no risco desconhecido e flutuante, porém com a venda descoberta de opções, nosso risco pode se tornar ilimitado. É possível uma pessoa que quer lucro de 2 mil reais, passar a dever mais de 64 mil reais com a venda descoberta de opções, vamos explicar abaixo o por quê:

Quando vendemos 100 opções, nos comprometemos a entregar 100 ações ao preço de strike dessa opção, em troca do prêmio que ganhamos com a venda das opções. Se chegarmos e vendermos a descoberto, 2000 PETRA22 a R$ 1,00 com PETR4 valendo R$ 21,80, ganhamos o prêmio da venda, que é de R$ 2.000,00. Então de repente, a Petrobrás descobre o campo de Tupi e suas ações em poucas semanas sobem uns 50% indo parar em R$ 32,00. Nosso prejuízo fica enorme, pois vamos ter que comprar 2000 PETR4 a preço de mercado, pra entregá-las a R$ 22,00 cumprindo nosso dever das opções vendidas, 2000 x R$ 32,00 = R$ 64.000,00. Se não tivermos esse dinheiro, fica mais complicado ainda, porém é obrigação sua pagar, e se a ação continuar subindo, seu prejuízo vai aumentando sem limites.

Obviamente, hoje em dia as corretoras estão implantando diversas regras para a venda a descoberto, como por exemplo, depositar uma quantia de garantia e só permitir vender a descoberto 50% dessa garantia, dependendo ainda se o ativo é blue chip ou não. Mesmo com isso, considero ainda a venda a descoberto uma operação arriscada, acredito que a melhor forma de operar assim é com a venda coberta mesmo, e ir acumulando com o tempo mais ações para poder lançar mais opções. O risco da venda a descoberto de opções, é ilimitado.

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Comprei PETR4 a 38 reais

Quando as ações da Petrobrás estavam valendo R$ 38,00 no ano passado, muita gente entrou nela a longo prazo, acreditando que ela fosse subir até uns R$ 50,00 que era o preço máximo que ela valia antes da crise de 2008, porém, não foi bem o que aconteceu. Veja no gráfico abaixo:

petr4 queda de 50%

Como podemos ver no gráfico, em praticamente 22 meses houve uma queda de mais de 50% na ação, o que nos leva a crer que quem comprou ela a R$ 38,00 e segura até hoje, perdeu 50% do capital, certo? Na verdade, não está certo não, se o investidor soube proteger a carteira dele, é capaz que hoje ele esteja no lucro, mesmo tendo comprado a R$ 38,00. A Petrobrás é uma excelente ação para realizar uma operação chamada venda coberta, essa operação é uma das formas de proteção que estou me referindo nesse post.

A venda coberta é uma operação que ganha com o tempo, para ela, tempo é dinheiro literalmente. Se a queda da ação foi grande, mas demorou um certo tempo pra ter essa queda, então o investidor se soube usar a venda coberta nesse meio tempo, com certeza sairá no lucro. Vamos a umas contas:

Sem proteção (venda coberta)

-Investi a longo prazo R$ 38.000,00 comprando 1.000 PETR4 a R$ 38,00;
-Segurei durante 22 meses e hoje retiro R$ 19.000,00 tendo prejuízo de 50%;

Com proteção (venda coberta)

-Investi a longo prazo R$ 38.000,00 comprando 1.000 PETR4 a R$ 38,00;
-Todo mês, eu lanço opções ATM, o que me rende no mínimo 3% sobre o valor total investido (R$ 38.000,00);
-Em 22 meses, se eu consegui garantir no mínimo 3% de proteção / lucro com a venda coberta, no final do período, eu saio com 66% de lucro / proteção, contra 50% de prejuízo (valor da ação perdido no período).

-Carteira sem proteção = -50% nos 22 meses
-Carteira com proteção = +16% nos 22 meses

(sem contar dividendos)

Sabemos que a venda coberta ATM, garante no mínimo 3% sobre o valor, por mês, ou seja, se o investidor conseguiu 4% ao mês, então o lucro / proteção, sobe para 88% no período, e assim vai. Além disso, tem também os dividendos, que eu nem contei em nenhum dos casos. Isso mostra como é importante pra você, sempre se preocupar com a proteção (hedge) de sua carteira.

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Para o mercado, tudo já está precificado

Um dos primeiros conceitos que aprendemos em análise técnica, é o fato de que tudo já está precificado, você provavelmente já deve ter visto essa frase em algum lugar, mas não sabe ao certo o significado. Bem, na análise técnica, aprendemos que o preço atual da ação, já resume tudo da empresa, não havendo necessidade de analisar notícias, fatos relevantes da empresa, ou expectativas futuras sobre a empresa. Tudo se resume unicamente ao preço atual da ação.

Um exemplo claro disso, foi quando a BVMF3 valia R$ 13,55 então no mesmo dia, após o pregão, o ministro da fazenda Guido Mantega anunciou a taxação de 2% do IOF para investidores estrangeiros. Essa medida, afastou os investidores estrangeiros e no dia seguinte a BVMF3 abriu em GAP de -10%, ou seja, já abriu precificada com essa notícia. A notícia afetou diretamente a BVMF3, pelo fato de que a empresa vive de emolumentos, e precisa de grande volume de investidores para aumentar seus lucros.

Se aparecer uma notícia, dizendo que a empresa X fechou parceria com a empresa Y, provavelmente suas cotações vão subir, só que antes de você ver a notícia já estará tudo precificado, pois você não foi o primeiro a ver a notícia, existem investidores que possuem acesso privilegiado a notícias internas das empresas, e se antecipam a elas, se suas ações continuarem subindo ainda após a notícia que já está um pouco desatualizada, já não será reflexo da mesma diretamente e sim aumento da força compradora apenas. O investidor que possui acesso privilegiado a notícias de empresas, é chamado de insider, geralmente estes são os primeiros a ficarem sabendo da notícia e já se antecipam ao movimento.

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O que são médias móveis?

As médias móveis são muito utilizadas na bolsa de valores, pelos investidores que desejam se orientar melhor ao realizar um trade. As médias móveis são linhas que carregam os fechamentos anteriores de um determinado ativo, dado um período de tempo, para assim então calcular se o preço atual está bom para comprar ou pra vender no prazo correspondente a essa média móvel. Por exemplo, se você utiliza uma média móvel de mais ou menos 10 dias, e o preço atual está próximo das médias móveis e você quer fazer um swing trade a curto prazo, então o ideal não é comprar agora pois o preço está próximo das médias móveis de 10 dias, isso significa que o preço está quase na máxima de 10 dias.

Muita gente costuma analisar as médias móveis, e comprar as ações que estiverem bem mais afastadas delas, isso nos dá uma maior chance de lucro, pois se a ação está afastada das médias móveis de 10 dias, significa que ela está perto da mínima de 10 dias e comprar agora pode significar lucro no curto prazo. Quanto maior for o período da média móvel, mais preciso será o investimento.

Então como o próprio nome sugere, médias móveis são as médias de preço que a ação passou em dado período de tempo, geralmente utilizam-se nas médias móveis os preços de fechamento da ação e se uma ação está afastada, ou seja, abaixo da linha das médias móveis é geralmente recomendado a compra das ações, já se elas estiverem próximos ou acima das médias móveis, é recomendado a venda das ações.

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Investir na bolsa de valores a longo prazo

Alguns dizem que a bolsa de valores é um investimento para curto prazo, outros dizem que é para médio, e outros dizem que é melhor para longo prazo. Qual deles está certo? Eu diria que não existe o certo e o errado nesse ponto, muitos preferem investir a curto prazo pois utilizam o dinheiro para outras coisas também, e gostam de obter um retorno rápido, outros investem a longo prazo, pois não vão precisar do dinheiro agora e acreditam no futuro do investimento.

O tempo do investimento varia de investidor para investidor, assim como o perfil de cada um, se é agressivo, conservador, moderado. Se você for investir na bolsa de valores, e está indeciso quanto ao tempo que deseja manter seu patrimônio, o melhor a se fazer nesse caso é se perguntar: “Vou precisar desse dinheiro nos próximos meses?”, se a resposta for sim, então investir a longo prazo pode não ser uma boa idéia, nesse caso o ideal então seria fazer swing trade, onde se compra ações hoje e vende em no máximo 1 semana depois com lucro ou prejuízo.

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Qual a melhor ação para investir?

Na bolsa de valores, existem diversas ações, cada uma representando uma empresa de um determinado setor econômico. Dentre várias opções, qual ação seria a melhor pra investir? Não vou aqui recomendar uma empresa, mas sim vou ensinar como escolher a melhor ação. 

Primeiramente, precisamos analisar a liquidez dessa ação, mas o que é a liquidez? Liquidez é basicamente, a freqüência que essa ação é negociada no mercado, para analisar a liquidez é só olhar no book de ofertas, o número de negociações que a ação teve no dia, passando de 300 negociações, eu acho que já possui boa liquidez. Também é sempre bom analisar o atual preço do ativo, e a ultima oferta de venda, se estes estão bem distintos, significa que o ativo possui pouca liquidez. Exemplo:

Valor do ativo = R$ 25,00

Oferta de venda = R$ 29,00
Oferta de compra = R$ 23,00

Ativos com pouca liquidez, variam muito, pois quando há negociação o preço de mercado passa a ser o do último negócio. Exemplo, se no caso acima o comprador da oferta de R$ 23,00 compra a ordem de venda de R$ 29,00, o preço da ação passa de R$ 25,00 a R$ 29,00.

Depois, é necessário analisar o setor econômico da empresa, geralmente setores como petrolíferas, siderúrgicas, são conhecidos como os mais rentáveis, até mesmo pelo mega investidor Warren Buffet, que considera o setor petrolífero um bom negócio. Porém ai vai de cada analise, muita gente tem escolhido setores de construção, pois acreditam que no futuro estes terão boa alta, com a construção dos campos para a copa de 2014.

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Análise gráfica na bolsa de valores

O que é análise gráfica? Bem, como o próprio nome diz, análise gráfica trata de estudar os gráficos e identificar vários dados sobre o ativo, como por exemplo, se o ativo está em tendência de alta, tendência de baixa, ou andando de lado, além de identificar suportes, resistências, máximas e mínimas do dia.

Sabendo esses dados, é possível tomar decisões importantes já, pois se o ativo estiver em tendência de alta, podemos operar junto com a tendência e lucrar no mercado, e vice versa. Sabendo o suporte podemos identificar o ponto onde o ativo pode cair mais, caso fique abaixo desse valor, sabendo resistência podemos identificar o ponto onde o ativo pode subir mais, caso passe.

Então é muito importante aprender análise gráfica, e nessa série vamos mostrar a vocês como analisar os gráficos, utilizando-se de várias ferramentas, e como aproveitar esse conhecimento para se dar bem no mercado de ações.

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